Na medicina dentária, a tecnologia não serve apenas para fazer mais. Pode ajudar-nos a ver melhor, planear melhor e preservar mais.
<a href="https://www.magnific.com/free-photo/male-dentist-grabbing-dental-explorer-dental-procedure_27527179.htm#fromView=search&page=1&position=32&uuid=409b006b-172a-439a-b369-a0677ecea4dc&track=ais_hybrid&query=dentist+scanning+teeth+modern+dental+clinic">Image by ArtPhoto_studio on Magnific</a>

Quando falamos de tecnologia na medicina dentária, é fácil pensar apenas em equipamentos modernos ou em tratamentos mais sofisticados. Mas, na prática, o mais importante não é a tecnologia em si. É aquilo que ela nos permite ver, perceber e fazer de forma diferente.

Ver melhor. Planear com mais informação. Trabalhar com maior precisão. Acompanhar uma situação ao longo do tempo. Tudo isto pode ter um resultado muito importante: em determinadas situações, permite-nos preservar mais.

Ver melhor antes de tratar

Antes de qualquer tratamento, precisamos de perceber exatamente o que estamos a tratar. E quanto mais informação tivermos, mais completa pode ser essa avaliação. A radiologia digital, a fotografia clínica, a magnificação e o scanner intra-oral são algumas das ferramentas que podem ajudar neste processo. Cada uma tem uma função diferente, mas todas podem acrescentar informação à observação clínica.

Na endodontia, por exemplo, a magnificação permite visualizar estruturas que seriam difíceis de identificar a olho nu e trabalhar com maior precisão. Noutros tratamentos, as fotografias e os registos digitais permitem documentar a situação inicial e acompanhar eventuais alterações ao longo do tempo. Quanto melhor conseguimos ver, melhor conseguimos decidir.

“A tecnologia não substitui o diagnóstico nem a experiência clínica. Dá-nos mais informação para tomar decisões e trabalhar com maior precisão. E, quando conseguimos planear melhor, muitas vezes também conseguimos preservar mais.” — Dr.ª Ana Sofia Fernandes

Planear para intervir apenas onde é necessário

Ser conservador não significa evitar tratamentos. Significa intervir quando é necessário e preservar o que está saudável sempre que possível.

Por exemplo, alguns exames permitem-nos observar com mais detalhe a relação entre um dente, as suas raízes e as estruturas que estão à sua volta antes de uma intervenção. Da mesma forma, o scanner intra-oral permite obter um registo digital detalhado da boca, que pode ser utilizado para avaliar e planear diferentes tratamentos.

Ter acesso a todos estes recursos não significa que todos os pacientes precisem dos mesmos exames ou da mesma tecnologia. Cada exame ou recurso é escolhido de acordo com aquilo que precisamos de avaliar. A tecnologia deve ser utilizada quando acrescenta informação útil e nos ajuda a tomar uma decisão mais adequada.

Preservar também é tratar bem

Na medicina dentária, preservar estrutura dentária saudável é um objetivo importante. Sempre que conseguimos resolver um problema sem remover mais estrutura do que a necessária, estamos a optar por uma abordagem mais conservadora.

Por isso, ver melhor e planear melhor pode fazer diferença na forma como intervimos. Pode ajudar-nos a:

  • perceber com maior precisão onde está o problema;
  • escolher uma abordagem mais adequada;
  • preservar mais estrutura saudável;
  • evitar intervenções desnecessárias.

Não se trata de substituir a experiência clínica pela tecnologia. Trata-se de juntar as duas. A tecnologia é uma ferramenta. A decisão continua a ser clínica.

Na Clínica ASF, procuramos utilizar a tecnologia de forma criteriosa, sempre que pode acrescentar informação útil ao diagnóstico, ao planeamento ou ao tratamento.

Porque ter mais tecnologia não significa fazer mais tratamentos. Significa ter mais informação para decidir melhor e, sempre que possível, preservar mais.

Faça a sua pré-marcação Fale connosco no WhatsApp